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TOPO-E-RODAPÉ

MENSAGEM
Nosso painel e as transformações no sistema financeiro
 
O 4º Painel Cooperativismo Financeiro, que terá como palestrante o presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos Neto, vai ser realizado já na próxima quarta-feira (25), às 16h, por meio de plataforma remota. Os presidentes do Centro Cooperativo Sicoob (CCS), Marco Aurélio Almada, e da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, participarão do evento como debatedores.
 
São três convidados renomados em um encontro inédito promovido pelo Sicoob Engecred para abordar o tema: ‘Incluir, cooperar e inovar: alternativas para o crescimento em um ambiente de inovação e sustentabilidade na retomada econômica’. Ao idealizar mais esta realização, reafirmamos o compromisso assumido há quase 20 anos de atuar estrategicamente pelo desenvolvimento do setor cooperativista e da comunidade na qual está inserido.
 
Neste ano atípico em função do cenário pandêmico, temos, mais do que a responsabilidade, o dever de compartilhar informações que ajudem na exitosa retomada econômica. De forma especial, a quarta edição do nosso painel ocorrerá em um mês marcado por duas grandes inovações do sistema financeiro, o PIX, sistema de pagamentos instantâneos lançado no último dia 16, e o Open Banking, que começa a ser implantado ainda em novembro.
 
As transformações estão acontecendo, e é a busca incessante pelo conhecimento que nos prepara para elas. Nos vemos no painel.

 
RESULTADOS

MERCADO
PIB
PRODUTO INTERNO BRUTO
As estimativas para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2020, divulgadas no relatório Focus do Banco Central (BC), foram novamente revisadas, saindo de -5,00% há 4 semanas para -4,66% na última segunda-feira. A projeção para o indicador, que chegou a apresentar estimativa de queda de -6,54% em meados de junho, vem contemplando ajustes seguidos para cima desde então. A recente melhora nas projeções pode ser explicada por três fatores: 1. Os dados positivos da indústria em setembro, que zerou as perdas de 27% entre março e abril; 2. A retomada parcial do setor de serviços (com peso de 70% do PIB brasileiro), que reduziu o recuo AA
em 2020 para -8,80%, com os dados de setembro (+1,80%); e 3. A divulgação  do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), que é a prévia oficial do PIB, registrando avanço de 9,47% no terceiro trimestre. O Ministério da Economia também reajustou suas estimativas para o PIB este ano na última terça-feira (17), passando de queda de -4,70% para um recuo de -4,50%.  Para 2021, a mediana das estimativas do Focus também foi reajustada, saindo do crescimento de 3,47%, há 4 semanas, para 3,31% na segunda-feira (16), devido à alta observada nas projeções para o ano de comparação direta (2020).
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INFLAÇÃO
 
O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, apresentou alta de 0,86% em outubro, sendo a maior taxa para o mês desde 2002. O valor observado é maior do que o de 0,64% do mês de setembro e também do que o de outubro de 2019, quando a inflação foi de 0,10%. Três grupos tiveram o maior choque inflacionário no mês, são eles: alimentos e bebidas (1,93%), artigos de residência (1,53%) e transportes (1,19%). No grupo de alimentos e bebidas, o item que mais se elevou foi o de tomate, com inflação de 18,69%. Já no grupo de transportes, a maior alta foi nas passagens aéreas, com um salto de 39,83% devido à valorização cambial e retomada do setor no país. Em 12 meses, a inflação acumula 3,92% e, em 2020, ganhos de 2,22%. Em concordância, a mediana das estimativas do mercado para o IPCA foram elevadas para este ano, passando de 2,65% há 4 semanas para 3,25% na última segunda-feira (16).
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DÓLAR
 
A mediana das projeções do mercado para cotação do dólar, divulgada no relatório Focus do Banco Central, foi reduzida após semanas de forte desvalorização do real frente à moeda. Na última segunda-feira (16), a projeção alcançou R$ 5,41 após ter atingido R$ 5,45 na semana anterior. Entretanto, apesar de projeções estáveis, a palavra que melhor pode ser usada para identificar a cotação do dólar nesse ano é instabilidade, pois, somente em 2020, a valorização atingiu 45% no seu valor mais alto (R$ 5,78) e apresentou queda acentuada de -10% em uma única semana. Além do impacto direto da pandemia, outros fatores somam-se à desvalorização do real frente ao dólar, são eles: 1. O baixo patamar da taxa Selic e do rendimento dos títulos públicos e 2. As incertezas quanto a um dos pilares do tripé macroeconômico, a austeridade fiscal no próximo ano. Em linha, as projeções para 2021 também apresentam ajustes, passando de R$ 5,10 há 4 semanas para R$ 5,20.

Fontes: Banco Central, IBGE e Investing.

TÍTULOS
Tripé macroeconómico: conjunto de três medidas adotadas em 1999 que englobam: câmbio flutuante, meta de inflação e responsabilidade fiscal.

Custo de Oportunidade: renúncia econômica em prol de uma oportunidade escolhida ou o custo de algo que se deixa de fazer.

Câmbio flutuante: regime cambial em que a moeda varia de acordo com a oferta e demanda, sem valor estabelecido pelo governo.

FOCUS
16/11/2020
FOCUS-TABELA

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